sexta-feira, 30 de abril de 2010

O porteiro do Prostíbulo !

Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do prostíbulo'.
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem?
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, senhor. - Balbuciou - Mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa. - Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer?
Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.
Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez.
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que..
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula.
- Façamos um trato - disse o vizinho.
Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias.... aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou.
No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.
Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.
Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.
A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.
Todos estavam contentes e compravam dele.
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos.
Ele era um bom cliente.
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.
E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc ...
E após foram os pregos e os parafusos...
Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.
Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício.
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse: - É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
- O Senhor?!?! - Disse o prefeito sem acreditar.
O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
- O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder. - Disse o homem com calma.
Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.


As adversidades podem ser bênçãos.

As crises estão cheias de oportunidades.

Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.

Lembre-se da sabedoria da água:

'A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna'.



Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.



Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de entender seus medos e fracassos e,

acima de tudo, reconhecer suas virtudes.



Grande Abraço. Tudo de bom!

Isso realmente e verídico, contado por um grande industrial chamado Tramontina ...

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Os dias impossíveis

Os dias impossíveis

Existem apenas dois dias onde é impossível fazer qualquer coisa: ontem e amanhã. O resto – ou seja, hoje – nos dá todas as ferramentas necessárias para conseguir aquilo que desejamos.
A magia está cheia de coisas como “voltar às vidas passadas” ou “profecias sobre o futuro que nos espera”. Eu, por curiosidade, já vi duas encarnações passadas. Mas tal experiência não me acrescentou nada (talvez tenha reforçado um pouco da minha fé na Eternidade, mas foi tudo). Renascer para o presente – isso é o que precisamos fazer todos os dias.
Como disse Albert Einstein: “cem vezes por dia eu me lembro que minha vida interior e minha vida exterior dependem do trabalho que outros homens estão fazendo agora. Por causa disso, preciso me esforçar para retribuir pelo menos uma parte desta generosidade – e não posso deixar nenhum minuto vazio”.
JURAMENTO

Juro pela fragilidade da minha própria humanidade que tentarei não sucumbir às juras decoradas dos pequenos livros de memórias alheias aprisionadas às frases feitas. E que vou cavar buracos nas paredes, até que a luz engravide de presença o vazio dos quartos, requentando deslumbres devotados ao anseio pela recriação.

E recriar amiúde desalentos para que não falte matéria-prima aos poetas e aos autopiedosos.

Juro que sucumbirei aos sorrisos a cada recorrente espasmo de desalegria, transformando a prostração - oriunda do avassalador desconserto de quem nada sabe sobre si que dirá sobre o outro – no primeiro passo da dança tão aguardada. Mas que fique registrado que as desalegrias enfeitam o chapéu da intensidade, assim como a sua antagônica companheira:

A alegria de enxergar de olhos fechados as margens do corpo, as bordas do espaço, a mansidão da respiração. O vazio instalado em meio às multidões.

Juro não deixar de dar de comer e de beber aos sonhos, e os cuidarei ainda que tenha de niná-los à escuridão do sentir dos carcereiros que se divertem apregoando um poder que jamais desejei ter. E a cada sonho darei um nome que me lembre os que me esperam lá fora, depois das orlas, acima dos templos, nas beiras dos afagos.

E que vou vasculhar cada canto nu em busca da veste que caiba nesse coração que é meu, mas que às vezes me parece do mundo, vagabundeando nas mãos dos amores vãos, bancando o dândi, o entendido, o que se safa e sofre escondido para não alvejar de discordâncias e incômodos os que o cercam.
Juro não desflorestar princípios, assassinar percepções ou trancar todas as portas e as janelas do fascínio. E jamais tapar os poros de onde minam os perfumes e as conquistas, embalados num desvairado sabor afã. E que vou dormir, nas noites de inverno, embrulhada em silêncio, pairando sobre jardins secretos, reverberando a língua das sonatas, contracenando com o índigo do futuro no plural, que é para mantê-lo em aberto, pai das opções.

Juro materializar o amor sempre que possível: gestos, oferendas, dedicatórias escritas em guardanapos, lágrimas na nuca acompanhadas de beijos. Amparo no abraço, candura nas palavras, a fraternidade da companhia. E pontes para aprender a atravessar lonjuras.

Eu juro cada juramento e mais de uma e duas e três vezes. Nem sempre de forma solene, às vezes gargalhando baixinho. Juro pela umidade das coisas-sentimento, pela rivalidade entre quem sou e o que sinto, pela camaradagem entre as dores e a infância de quando ainda sequer pensava em construir a mim, do tijolo ao tombo... Do tombo ao voo... Do voo ao desalinho... Do desalinho à catarse.
Chico Buarque uma vez escreveu na música ‘Almanaque’: “Me diz pra onde vai o meu amor, quando o amor acaba...” O cara sempre foi um gênio pra falar do amor.


Acho que passamos por vários momentos quando o amor acaba. Principalmente se você investiu muito na relação.
Primeiro é normal o sentimento de fracasso, mágoa, raiva, medo, solidão...
Mas acho que o amor se transforma noutra coisa quando ele acaba, às vezes vira uma amizade quando o fim se dá naturalmente, noutras vezes fica um buraco, como se realmente ficasse ‘Faltando um Pedaço’.
Você sente vontade de meter algo no lugar, nem que seja chocolate ou sexo. Mais com o tempo, depois que a gente sai da febre – os gregos diziam que a flecha do cupido gerava quase uma maldição, uma espécie de veneno injetado no sangue, que tornava os amantes cegos. Um feitiço tão forte e fatal que era impossível resistir.
Bem, quando a gente sai da febre, depois que mata e depura o amor, fica apenas uma lembrança... acho... “Quem vai pagar as contas desse amor pagão, te dar a mão e me trazer a tona para respirar? Quem vai chamar teu nome ou te escutar?”. Também uma leve saudade, como canta Os Paralamas.


O que é o amor?


Acho que os escritores românticos já falaram muito sobre o tema e não deve ter sobrado muito coisa original para dizer sobre o assunto. Mas uma coisa é certa, quando o amor acaba as pessoas normalmente se sentem desoladas. Às vezes até destruídas. A gente tende a acreditar que a outra pessoa é uma parte de nós, estamos tão acostumados com a rotina a dois que chega ser impossível acreditar que vai ser possível continuar sozinho ou até que vamos encontrar outra pessoa. Parece que o amor é único, intransferível. Impossível de acontecer duas vezes.
Vá por mim, não é impossível. Acontece. Mais de duas vezes até. Várias pessoas no mundo experimentam o amor com mais de uma pessoa. Outras, talvez, sejam mais românticas e prefiram se aferrar a crença que só existe um amor na vida. Isso é só uma crença. Ela só será real enquanto você continuar pensando assim.
Tenho um amigo que diz que a melhor forma de esquecer alguém é colocando outra pessoa no lugar. O cara casou umas quatro vezes e sempre tinha a mesma intensidade. Comigo essa técnica não dava certo. Eu tinha que curtir o fim até terminar realmente. “Se tudo tem que terminar assim, que pelo menos seja até o fim, pra gente nunca mais ter que terminar.”


Mas “Há uma luz no túnel dos desesperados.(...)". Alguns, quando ainda têm o amor pulsando dentro do coração, mas não podem mais exprimi-lo da mesma forma, resolvem enterrá-lo vivo. Parece duro, não?! Mas gosto dessa imagem. Não de enterrar alguma coisa viva, mas de enterrar algo precioso e imaginar que é como uma semente que via morrer para dali nascer algo novo. Uma árvore, uma flor. Imaginar que algo bom pode brotar desse fim.


O fim lembra mesmo a morte. No fim e a gente tem todo direito de chorar e se sentir meio traído, sentir falta. É natural. Você não diz para alguém que acabou de perder e enterrar alguém para ela parar de chorar e esquecer. A gente entende que a pessoa precisa de tempo.
Sempre achei que pior do que amar e ver a relação acabar é nunca ter amado. Pobres daqueles que nunca ficaram cegos de paixão. Daquelas paixões que basta um toque para o corpo se incendiar, que a cabeça não consegue se concentrar direito de tanto que martela o desejo do reencontro e as fantasias do que dirá, fará. Os beijos e amassos. O coração batendo forte. O dia se ilumina quando a gente vê a pessoa.
Pode ser uma febre, uma cegueira, mas quando se vive a gente não quer outra coisa. A pessoa amada parece um sol capaz de fazer desaparecer qualquer dia ruim, nuvem negra ou tristeza. É alegria pura. “Olhos fechados, pra te encontrar. Não estou ao seu lado, mas posso sonhar. Aonde quer que eu vá, levo você no olhar. Aonde quer que eu vá, aonde quer que eu vá...”


Quando acaba a gente fica um pouco como zumbi, meio sonâmbulo. “Não sei bem certo se é só ilusão. Se é você já perto, se é intuição. Aonde quer que eu vá, levo você no olhar. Aonde quer que eu vá, aonde quer que eu vá. Longe daqui, longe de tudo, meus sonhos vão te buscar. Volta para mim, vem pro meu mundo. Eu sempre vou te esperar...” Ah, o romantismo... É uma ilusão gostosa enquanto se vive. Depois a gente se acha babaca. Doce demais, desnecessário.
Sinceramente, não sei qual é a melhor opção quando o amor acaba, se é melhor colocar outra pessoa no lugar, ou enterrar. Prefiro a segunda opção, mas acho que as pessoas que conseguem fazer do outro jeito também não estão erradas. São apenas formas diferentes de lidar com as questões do coração.


Mas vale a pena lembrar aos que acham que é o fim do mundo e nada mais vai ser como antes: Vai passar. Tudo passa, até essa sensação. E se você conseguir se abrir, logo logo estará sentido o coração bater novamente. E se prepare para a próxima montanha russa. É amor novamente...

Igor Ricardo C. Pereira
Celular Oi.: (83) 8882-5349
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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Frases de Amor

Naqueles momentos que você não sabe o que dizer, é muito gostoso saber o que pensandores, músicos, escritores, artistas em geral pensam sobre o amor e relacionamento!

Existem também muitas frases lindas que são repetidas por ai, mas que infelizmente não sabemos os autores, mas que não podíamos deixar de fora do Portal!

O amor é...
"O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem."- Exupèry
"O amor é a asa veloz que Deus deu à alma para que ela voe até o céu."- Michelangelo
"O amor sendo cego, os enamorados não podem ver as loucuras que cometem." - Shakespeare
"O amor é o único jogo no qual dois podem jogar e ambos ganharem." - Erma Freesman
"Amar é encontrar na felicidade de outrem a própria felicidade." - Gottfried Leibnitz
"O amor é como as epidemias: quanto mais o tememos, mais expostos a ele estamos." - Chamfort
"O amor é o sentimento dos seres imperfeitos, posto que a função do amor é levar o ser humano à perfeição. "- Aristóteles
"O verdadeiro amor é como os fantasmas. Todos falam nele, mas ainda ninguém o viu." - Fide da Roche
"Amor é um não-sei-quê, que surge não sei de onde, e acaba não sei como." - Scudery
"O amor é a origem, a causa e o fim de tudo quanto existe de grande, de belo e de nobre."- Alphonse Karr

Comentem...

Romantismo...

Demonstrar amor, geralmente, significa dedicar tempo para o outro através de atitudes surpreendentes, presentes inovadores, momentos inesquecíveis. Mas ao usar simples gestos e comportamentos você vai deixar claro seus sentimentos.

A rotina pode deixar sem graça até o relacionamento mais sadio, por isso de tempos em tempos é muito importante mostrar através de algumas atitudes o quanto a paixão existe e o outro significa para você.

A Fábula do Porco Espinho

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio. Os porcos-espinhos, percebendo a situação, resolveram se juntar em grupos,assim se agasalhav am e se protegiam mutuamente.

Mas os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos,justamente os que forneciam calor. E, por isso, tornaram a se afastar uns dos outros.

Voltaram a morrer congelados e precisaram fazer uma escolha: desapareceriam da face da Terra ou aceitavam os espinhos do semelhante.

Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos. Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor do outro. E assim sobreviveram

MORAL DA HISTÓRIA

O melhor relacionamento não é aquele que une pessoas perfeitas, mas aquele onde cada um aprende a conviver com os defeitos do outro e consegue admirar suas qualidades...

Não importa a cor do sabonete, a espuma sempre é branca. ?

Existe Gente feia ou e pouco dinheiro?

Chega de balela!!! sejamos sinceros!! há mulheres horrorosas! assim como homens aterrorizantes! Sim, alguns homens povoam os piores pesadelos das mulheres! Elas os vêem na rua e o caras são tão feios, tão bizonhos que as deixam traumatizadas. Vc olha para a pessoa e se pergunta: como é possível existir um produto da Natureza tão feio assim? Pois há e muitos! Mas o pior é o comportamento dessas aberrações...se têm grana, acham que a feiura passa despercebida; se não têm, ficam azarando, incomodando, até obrigar a mulher a ser grosseira, daí surge tópicos como esse. A mulher só sente raiva da feiúra masculina quando a criatura não se toca, chata, ridícula...
Soneto do amor perdido

Não posso acreditar,
meu mundo está a desabar.
E tudo o que posso fazer é, com tristeza, observar.
Não pensei que fosse assim acabar.

Não sei ao certo o que aconteceu,
se foi você ou se fui eu,
mas sei que o teu amor não é mais meu.

Você desistiu do nosso relacionamento.
Nossa como eu lamento!
Jogar tudo o que passamos ao vento...
Que triste é esse depoimento.

Você foi meu primeiro amor perdido,
mas não estou arrependido,
apenas de coração partido.

Igor Ricardo de C. Pereira
Hoje eu agradeço a todos aqueles que me fizeram chorar.
isso me fez crescer e eu daria tudo pra retribuir, de coração mesmo.


A vida não é um conto de fadas, alias, ela é um conto de farsas
e na maioria das vezes nós caímos nas suas mentiras..


Sorria sem motivo, pois só de não ter motivo pra estar triste, já é um motivo pra estar feliz


Você beija com a boca ?
Pois é. eu beijo com o coração
Os ventos que as vezes tiram

algo que amamos, são os

mesmos que trazem algo que

aprendemos a amar...

Por isso não devemos chorar

pelo que nos foi tirado e sim,

aprender a amar o que nos foi

dado.Pois tudo aquilo que é

realmente nosso, nunca se vai

para sempre.

terça-feira, 27 de abril de 2010

A Metamorfose da Borboleta

METAMORFOSE

A metamorfose da Borboleta
As borboletas desenvolvem-se por metamorfose, que se caracteriza por 4 fases: ovo, larva, crisálida e adulto. Trata-se de um processo através do qual um organismo conhecido como lagarta (ou larva), nascida de um ovo, surge como uma criatura completamente diferente do adulto. As larvas apenas existem para se alimentarem, acumulando reservas que permitirão ao adulto concentrar-se quase exclusivamente na reprodução. Para que se dê uma tão estranha transformação do monstro (a larva) na bela (a borboleta) existe, entre ambas as fases, um período de repouso (a crisálida). Na realidade, tudo começa no ovo. Quando a fêmea procura um lugar para pôr os seus ovos, considera uma série de critérios, como seja a temperatura, a posição da planta em relação às plantas vizinhas, a presença de ovos de outros insertos e a disponibilidade de alimento. Todas estas preocupações maternas têm um único objetivo: aumentar as probabilidades de sobrevivência da lagarta. A escolha de locais com uma temperatura ótima (que varia de espécie para espécie) acelera o desenvolvimento, evitando uma longa exposição ao ataque dos predadores (não podemos esquecer que os ovos estão fixos, não possuindo defesas). Dada a vulnerabilidade das larvas aos predadores, principalmente às aves, encontram-se providas de um verdadeiro arsenal defensivo, que vai desde um mimetismo apurado (com cores e texturas semelhantes aos troncos, ramos, folhas e fezes de aves) até às cores garridas que alertam para os espinhos urticantes que possuem (podem ser mais de dois milhões!) e para as suas toxinas. As larvas, quando maturas, param de se alimentar e buscam um local adequado para a transformação em crisálidas. Recorrem à seda que fiam para produzir os casulos, onde se encerram ou simplesmente usam-na para se fixarem às plantas. Depois de fixadas, as larvas diminuem os seus movimentos, enquanto no interior da cutícula, os órgãos se vão transformando em órgãos de adulto. Esse período pode variar de algumas semanas até vários meses. Findo esse tempo emerge do casulo uma bela borboleta que nada tem a ver com o organismo que para lá entrou.

ASSIM COMO SÃO OS SERES HUMANOS, SÃO AS CRIATURAS!!!!!!!

Páscoa...

Jesus ressuscitou, aleluia!

PÁSCOA

Jesus ressuscitou, aleluia!

A palavra Páscoa, deriva do hebráico pesach (passagem), indicando inicialmente a passagem da estação do inverno para a primavera. Era uma festa de alegria porque a natureza, morta pelos rigores do inverno, se refazia verdejante com as condições climáticas da nova estação.

Posteriormente recordava a passagem do anjo exterminador no Egito, poupando as casas dos hebreus, aspergidas com o sangue do cordeiro (Ex 12,27). E a esta concepção acrescentou-se uma outra: a libertação nacional de Israel, saindo da escravidão do Egito, passando pelo mar Vermelho e pelo deserto rumo à terra prometida.(Ex 13,8.14; Dt 16,1).

Para nós cristãos a páscoa adquire sentido novo, antes de partir desse mundo para o Pai, Cristo celebra a páscoa com seus discípulos. E com sua morte e ressurreição eles compreenderão o novo significado da páscoa: libertação não apenas de uma escravidão material, mas libertação da maior escravidão, a do pecado para a graça, da morte para a vida. Ao passar desse mundo para o Pai (Jo. 13,1) por meio da paixão e ressurreição, consuma-se a páscoa de Cristo.

A Páscoa da Igreja que é celebrada todos os anos, mas também a cada semana (Domingo) e todos os dias na Santa Missa, renova, atualiza a páscoa de Cristo “até que Ele venha” (I Cor,11,26).

É a Páscoa do Senhor Jesus a principal festa da Igreja e o centro e o ápice do ano litúrgico porque celebra a morte e a ressurreição do Senhor, “quando Cristo realizou a obra da redenção humana e da perfeita glorificação de Deus pelo seu mistério pascal, quando morrendo destruiu a morte e ressuscitando renovou a vida”.

O Tempo Pascal começando com a Vigília Pascal, compreende os cinqüenta dias entre o Domingo da Ressurreição e o Domingo de Pentecostes que devem ser celebrados com alegria e exultação, como se fosse um só dia de festa, ou melhor, “como uma grande Domingo” (Sto. Atanásio).

Os oito primeiros dias do tempo pascal formam a Oitava da Páscoa e são celebrados como solenidades do Senhor. No Brasil, celebra-se no 7° Domingo da Páscoa a solenidade da Ascensão do Senhor. Na semana seguinte, em preparação à celebração da vinda do Espírito Santo – Pentecostes – realiza-se a “Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos”.

Durante todo tempo litúrgico da Páscoa, o Círio Pascal é mantido aceso ao lado do altar nas celebrações. Os paramentos litúrgicos são brancos. São símbolos do Cristo ressuscitado.

Muitos imaginam ser o Natal a principal festa da Igreja, visto que celebra o nascimento do nosso salvador. Todavia, não teríamos natal, não conheceríamos sequer a Cristo, se Ele não houvesse ressuscitado.

O evento fundante do novo Povo de Deus, a Igreja, é precisamente a ressurreição. Sem ela, nada faria sentido. Como bem disse o apóstolo Paulo: “Se Cristo não tivesse ressuscitado, em vão seria a nossa fé...” I Cor 15,17

Celebremos com Ele a nossa páscoa, passando do pecado para a graça, vivendo o batismo, “fomos, pois, sepultados com Ele na sua morte pelo batismo para que, como Cristo ressurgiu dos mortos pela glória do Pai, assim nós também vivamos uma vida nova. (Rom 6,4).